Vox Patriae

Setembro 19 2009

Winston Churchill (30 de Novembro de 1874 - 24 de Janeiro de 1965)

 

A desvantagem do capitalismo é a desigual distribuição das riquezas; a vantagem do socialismo é a igual distribuição das misérias

 

Um pessimista vê uma dificuldade em cada oportunidade; um optimista vê uma oportunidade em cada dificuldade

 

A imaginação consola os homens do que não podem ser; o sentido de humor consola-os do que são

 

Sucesso não é o final, falhar não é fatal: é a coragem para continuar que conta

 

publicado por André S. Machado às 20:13

Setembro 17 2009

...porque é que recebi uma sms da Direcção Geral de Saúde, com informações sobre a Gripe A?

 

Sem dúvida que é importante sensibilizar o máximo de pessoas que se conseguir. Sem dúvida que todos os meios são poucos,  para prevenir a propagação de uma epidemia que muitos especialistas consideram inevitável.

 

A questão é: Como é que a DGS tem acesso ao meu contacto? Que instituições cruzaram bases de dados para que a DGS tenha acesso a números de telefone pessoais?

publicado por André S. Machado às 18:48

Setembro 16 2009

Durão Barroso reeleito presidente da Comissão Europeia

publicado por André S. Machado às 21:16

Setembro 13 2009

Madre Teresa de Calcutá (26 de Agosto de 1910 - 5 de Setembro de 1997)

 

Eu sei que o meu trabalho é uma gota no oceano, mas sem ele o oceano seria menor

 

A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração

 

O importante não é o que se dá, mas o amor com que se dá

 

A falta de amor é a maior de todas as pobrezas

publicado por André S. Machado às 03:56

Setembro 11 2009

publicado por André S. Machado às 19:31

Setembro 11 2009

Agosto é mês de descanso e repouso para muitos… Nas faculdades, silêncio; Na política, a chamada “silly season”, que este ano é menos clara, com as eleições à porta e as normais nomeações e adjudicações de última hora, a que já nos habituámos e continuamos a criticar, sem nada fazer; Na Economia, o “boom” do turismo, principalmente no Algarve, rebaptizado “Allgarve” pelo ex-ministro, Manuel Pinho.

 
Para nós, estudantes do ensino superior, é um mês sem livros e sem preocupações académicas, mas a vida não pára e, em tempos difíceis como os que vivemos, importa reflectir sobre este curioso hábito de suspender tudo e qualquer coisa, neste ocioso mês de Verão…
 
O país vive tempos complicados e as famílias sentem os reflexos, principalmente as famílias da classe média. Nas férias, surge um recurso fantástico que escasseia de Setembro a Junho/Julho e que pouco valorizamos: Tempo! A praia, as piscinas, as festas e os amigos… Tudo isso é importante e indispensável e, durante as férias, temos todas as oportunidades e podemos aproveitá-las, na sua grande maioria. Mas quem já não sentiu aquela sensação de inquietude e, de certa forma, de falta de um certo ritmo na vida quotidiana? De Junho/ Julho a Setembro vão muitos dias e, lá está, muito tempo disponível para organizar e aproveitar. Por isso, o apelo que deixo neste artigo é o de que, em férias, se pense no que se pode fazer, com um pouco de disponibilidade do recurso tempo e nos resultados de um maior investimento em nós próprios que, em tempo de aulas, não podemos realizar:
 
Trabalhos de Verão: Uma excelente forma de ganhar experiência profissional e amealhar boas poupanças. É certo que a imensa maioria dos trabalhos de verão são algo precários e, em geral, mal-pagos, mas recordo que Tony Blair, um dos mais influentes personagens da realidade política internacional, trabalhou, em tempos, como empregado de mesa. Por um lado, adquire-se experiência profissional, enriquecedora de curriculum e de uma bagagem importante no relacionamento com o mercado de trabalho; por outro lado, com os recursos financeiros resultantes deste esforço, pode-se ajudar a família, investir esses fundos, ou mesmo gastar numas férias ainda mais recheadas de experiências e vivências!
 
Cursos de Verão: Uma excelente forma de enriquecimento curricular, que, por norma, as faculdades oferecem, em período pós-frequências do segundo semestre. É um investimento importante em nós próprios, que nos confere mais experiência, maior bagagem curricular, mais espírito de trabalho e mais responsabilidade. Informem-se junto das vossas faculdades e participem nestes importantes momentos de enriquecimento e valorização pessoal!
 
Voluntariado/Associativismo: Porque não aproveitar estes meses, também, para contribuir para a comunidade (local ou nacional), através de acções de voluntariado ou de uma ajuda nas associações a que pertencemos? Através do voluntariado, ganha-se mais curriculum e mais experiência em áreas tão diversas como o ambiente e natureza ou artes e espectáculos. Recordo, também, que como voluntários, podemos desfrutar de festivais de música, abundantes nestes meses, conciliando prazer e trabalho.
 
Estes três vértices são, a meu ver, as oportunidades fundamentais e mais interessantes para um jovem estudante universitário… Em cada uma destas áreas, ganhamos importantes instrumentos de trabalho e investimos no recurso mais rentável que existe: nós próprios.
 
Repito, vivemos tempos difíceis. Muitos colegas vivem sérias dificuldades e estudam com aproveitamento num enorme esforço e sacrifício das suas famílias. Portugal está no estado que todos conhecemos. Já se tornou um chavão dizer que nós somos o futuro, mas não deixa de ser verdade.
 
Apostemos em nós, porque não há melhor resultado que aquele que parte de um trabalho e de um esforço que tem o nosso cunho e a nossa assinatura. É esta exortação que deixo a todos os colegas, por um imperativo de respeito por um país que precisa de nós!
 
 
Publicado em Expresso Online - Blog RGA
publicado por André S. Machado às 14:17

Setembro 11 2009

 

O Mundo não esquece!

publicado por André S. Machado às 01:54

Setembro 08 2009

A JSD, numa iniciativa conjunta da Secção de Seia, Distrital da Guarda, Comissão Política Nacional e Gabinete de Estudos, levou a cabo, como sabem e foi muito bem retradado no comunicado da CPD-JSD Guarda, um Congresso subordinado à questão da interioridade e das assimetrias regionais que se fazem sentir entre litoral e interior.
 

Foi, a meu ver, um congresso diferente, mas diferente pela positiva. E foi, por três razões fundamentais:
Primeira, foi um congresso sobre o interior realizado no interior. Ao contrário de outros, a JSD esteve lá e viveu a realidade que debateu, em dois dias de intenso trabalho. Nada melhor que sentir a realidade para que se possa discutir com propriedade e com seriedade os problemas colocados.
Segunda, foi um congresso centrado nos participantes. A vertente formativa é fundamental para a JSD, mas desta feita, o Congresso colocou em destaque os seus congressistas. Em boa hora foi decidido assim! Diagnosticar os problemas com quem os sente. Ouvir as propostas de quem conhece a realidade, melhor que ninguém. Foi muito bom ouvir aqueles que lutam pelas nossas causas, onde é muito difícil fazer valer os interesses dos mais jovens, em regiões fortemente envelhecidas.
Terceira, foi um congresso que começou no sábado, mas não terminou no dia seguinte. Vivemos, hoje, o congresso de dia 5 e 6. Vivemo-lo porque as propostas que dele resultaram estão a ser trabalhadas e serão entregues aos responsáveis da JSD e do PSD, que as poderão executar. Isto é fazer uma política de verdade e uma política diferente, mais difícil e com menor visibilidade, mas mais credível, mais sólida e, sobretudo, mais próxima das pessoas.
 
Foi muito gratificante participar neste esforço de encontrar soluções para uma das realidades mais preocupantes, no Portugal de hoje.
 
Presto a minha homenagem à JSD, nacional, distrital e local. Sublinho o papel do Gabinete de Estudos. Agradeço e aplaudo os companheiros que marcaram presença, num fim-de-semana de fim de Verão.
 
Escrevia, há dias, que no interior se respira tradição, cultura e oportunidades únicas.
No fundo, no interior, respira-se algo que todos nós amamos... respira-se um país, respira-se Portugal!
 
Que a dinâmica deste Congresso frutifique e motive todos os nossos companheiros para uma causa fundamental: Um Portugal igual, na economia, na educação, na distribuição dos serviços... em tantas matérias que foram suscitadas.
 
Que a JSD e todos nós saibamos lutar por isto e estejamos à altura do desafio que, provámos, estamos dispostos a enfrentar!
 
Publicado em Gabinete de Estudos JSD e Pensare-Jota
publicado por André S. Machado às 04:17

Setembro 08 2009

Cheguei, há momentos, da Festa das Vindimas, em Palmela, mais uma das festas populares que, há dias, elogiei e exaltei num post, no Psicolaranja.

 

Um concerto de Camané abrilhantou mais um dia das festas que se centram no vinho, produto regional de elevadíssima qualidade.

Um fadista magnífico, que muito considero e que tenho como uma das grandes vozes da portugalidade de hoje.

 

Reitero a homenagem que fiz a este tipo de festas... É fantástico ver uma comunidade unida nas suas especificidades e nas suas potencialidades.

A Economia da região ganha com a festa. A Cultura e a tradição ganha com as festas. As pessoas e as famílias ganham com as festas.

 

Uma noite muito agradável.

publicado por André S. Machado às 03:42

Setembro 08 2009

 

Michael Moore cobra 2000 euros por entrevista

 

Este sujeito, que por estes dias assume o papel de paladino-mor do anti-capitalismo, com mais um documentário sectário e faccioso, no fundo, gosta muito mais do sistema criticado que aqueles que visa atacar.

 

Moore é um tipo vaidosíssimo... Ressabiado, perturbado, frustrado, tudo isso, mas muito vaidoso!

Ver um documentário deste proto-realizador é beber uma visão, em nada imparcial, motivada apenas por ódios e frustrações pessoais.

 

Para mim, não é mais que aquilo que sugere na imagem.

publicado por André S. Machado às 03:35

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