Vox Patriae

Maio 05 2010

Sempre envoltas em críticas, voltam a realizar-se hoje as provas de aferição do 4º e 6º ano da escolaridade obrigatória. A meu ver, uma das inutilidades mais claras deste país. Um autêntico desperdício de recursos e tempo.

 

Estas provas não são levadas a sério nem por alunos nem por professores, na exacta medida em que não são elemento de avaliação e não resultam em absolutamente nada para os professores ou escolas.

Os enunciados são excessivamente simples e omitem matérias importantes, de acordo com declarações de especialistas.

O argumento estatístico cai por terra, quando há muitos outros factores que podem ser tidos em conta, ao mesmo tempo que não é um exame fácil (que nem sequer é levado a sério) que vai constituir indicador da qualidade de ensino das escolas portuguesas.

 

As provas de aferição são o espelho de um país que muitas vezes anda em esforços para daí não retirar qualquer consequência. No concreto, no que ao estado da Educação diz respeito, são mais uma coisa a rever, na reforma que impera e tarda, há anos e anos...

publicado por André S. Machado às 10:24

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